Carta à M.

Escrevo para te dizer que ontem estiveste linda.

Absolutamente linda.

E que teu sorriso me derrete; teu riso se desfaz.

Teu cheiro, esse me faz.

Mas, calma. Não é esta uma declaração de amor.

Não, não. Não sem teus olhos nos meus.

E, quem sabe, um vinho e velas, e brega, sim.

Aqui, outra coisa. Apenas palavras agradecidas pelo abraço que me deste em março, o mais sincero gesto que tive neste pouco ano – vá, talvez haja um estranho beijo no joelho que empate, tudo bem.

Mas este não trazia teu calor, ou teu carinho.

Então venceste.

De modo que aqui escrevo e que digo: de hoje em diante, caso te contrarie o espelho, ou te chateie a cabeça, não creias; volte, e leia-me, e sejas bela outra vez.

Porque, és.

Tu és.

Beijos – desde março – deste qualquer que adoraria te levar a jantar.

Quem sabe?

Sinceros,

D.

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